Viajar barato é possível

brown leather crossbody bag with white framed sunglasses

Foto por Lum3n.com em Pexels.com

Sempre haverá para dizer que ir para um certo destino é muito caro.

Acontece que o simples ato de viajar já é caro – uma ousadia financeira, eu diria. Para montar meus conceitos do que é caro ou barato em viagens, uso a seguinte referência (valores hipotéticos para facilitar as continhas, tá?): um almoço na minha cidade custa 10 dinheiros (sendo que já seria caro em comparação ao que eu gastaria preparando minha refeição em casa, mas ok). Se, em viagem, eu pago 7 dinheiros pelo mesmo tipo de comida, então considero barato comer naquele lugar. Já a hospedagem, essa eu nunca vou achar barata – a menos que ela custe muuuuito barato mesmo. Vou achar, no máximo, razoável. E é por isso que em 90% das viagens que faço, fico em hostel. Prefiro investir meu suado dinheiro em passeios, comes e bebes e algumas poucas compras.

Mesmo com toda essa dicotomia entre caro e barato, dá para encontrar meios de tornar a sua viagem possível, desde que você aceite abrir mão de certos luxos que gosta de ter quando sai de casa para curtir a vida lá fora.

Veja em que é possível enxugar gastos para viajar barato:

Use mais transporte público

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Foto por Kaique Rocha em Pexels.com

É perfeitamente possível andar de ônibus, metrô e outros meios de transporte coletivo na maioria das cidades. Deixe o conforto do táxi ou do carro alugado em casa e vá explorar a cidade como um nativo. Se você estiver em uma região segura, sair a pé pode te reservar belas surpresas no caminho. Use e abuse dos aplicativos de transporte público e dos mapas offline no celular.

Faça passeios com o Free Walking Tour

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Foto por Stanley Morales em Pexels.com

É um projeto que está presente em muitas cidades e só tem vantagens. Todos os dias, em local e horários pré-determinados, um guia de turismo local sai com um grupo de pessoas interessadas em conhecer os principais lugares da região e suas histórias. É muito bom, tem em quase todo o mundo e é grátis (você dá uma gorjeta ao final, se quiser) e ainda te coloca em contato com outros viajantes, que sempre trocam dicas. Veja aqui um pouco de como é esse belo trabalho no grupo do Rio de Janeiro.

Hospede-se em Hostel e Airbnb

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Foto por rawpixel.com em Pexels.com

É um jeito econômico de hospedagem. Pesa pouco no bolso, mas enriquece demais a sua experiência no local. Os funcionários te ajudam com dicas preciosas para aproveitar ao máximo sua estadia. E as amizades que rolam nos hostels? Eu que o diga (leia aqui o texto que escrevi sobre o assunto). Já se você viaja em grupo, alugar um quarto ou casa no Airbnb pode ser uma opção igualmente econômica e agradável.

Prepare sua própria refeição ou coma em lugares mais em conta

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Foto por Helena Lopes em Pexels.com

Vamos combinar uma coisa? Se você quer viajar com pouco dinheiro, a comida do restaurante mais barato serve para matar sua fome tanto quanto a do lugar mais caro, certo? É bom pesar na consciência antes de colocar peso no bolso. Além disso, sempre terá uma padaria ou um mercadinho com produtos que você pode levar para consumir no seu quarto mais tarde. Ninguém morre, garanto.

Troque as compras caras por lembrancinhas

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Foto por Artem Bali em Pexels.com

Ai, aquela porcelana maravilhosa que custa um mês de salário ( não tem no Brasil, beninas), mas você vai levar para casa e nunca usar porque foi caríssima e só vai para a mesa em ocasiões especiais. Vale a pena gastar com isso? Para quem te vende, vale! Para você, acredito que não. Se fizer muita questão das compras, procure algo que você usará no dia-a-dia. Pode ser um chaveiro, ou até um abridor de latas, mas com detalhes que te lembrem do local visitado. Você vai sorrir duas vezes: uma por lembrar do lugar, duas porque essa recordação custou barato 🙂

Não ligue para o “se você não fez, você não foi”

woman eating pizza
Foto por nappy em Pexels.com

Se não cabe no seu bolso, não se obrigue a fazer para estar de acordo com as regras dos outros viajantes. Você pode conhecer Veneza sem, obrigatoriamente, andar de gôndola. Com o dinheiro desse passeio (que custa 80 euros por pessoa, por 30 minutos – uma fortuna para viajou quebrando o porquinho), dá para comer uma bela pasta e beber um vinho delicioso (e um monte de aperol <3) – ou tomar muitos sorvetes e comer doces que você só encontra por lá. Também dá para ter a experiência de usar o transporte sobre os canais andando de Vaporetto (o ônibus aquático deles), pagando 7 euros. Essa é a economia do viajante inteligente, que faz seu dinheiro render várias experiências em vez de uma só.


No fim das contas, viajar é, apesar de caro, possível – desde que você prepare suas finanças para aproveitar o lugar de maneira equilibrada. Deixar sair do controle? Só a sua alegria.

A intenção desse texto é motivar os viajantes que não dispõem de muita grana a realizarem seus sonhos de forma econômica – as dicas são para perfis que querem viajar barato. Se não é o seu caso, aproveite todas as coisas boas que o dinheiro pode pagar e sejamos todos felizes! 🙂

Se você gostou desse texto, por favor clique em curtir e ajude o blog a crescer e a alcançar mais viajantes!

Obrigada pela sua companhia até aqui!

🙂

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